O senador Eduardo Girão (Novo) voltou a cobrar explicações do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e do Senado Federal após a revelação de que a Caixa Econômica Federal contratou o escritor Laurentino Bueno por R$ 3,27 milhões para atualizar livros.
O caso ganhou repercussão porque Bueno, que já celebrou publicamente a m0rte de Charlie Kirk, integra atualmente um conselho do Senado. Para Girão, a permanência do escritor no cargo é um desrespeito à sociedade, sobretudo pelo fato de receber recursos públicos.
“Chega de desaforo, inclusive com o dinheiro de quem paga imposto: você!”, criticou o parlamentar em suas redes sociais, pedindo a exclusão de Bueno do conselho.
A polêmica reacende o debate sobre critérios de nomeações em órgãos oficiais e o uso de verba pública em contratos de alto valor com figuras marcadas por declarações controversas.
Você concorda que pessoas com histórico de declarações polêmicas devem ser mantidas em cargos oficiais pagos com dinheiro público?