quinta, 05 de novembro de 2026
Univali
05/11/2026 | 07:00

Espetáculo sobre maternidade estreia neste fim de semana, em Itajaí

O espetáculo autobiográfico “Atravessar Leva Tempo: Da mulher à mãe. Da mãe de volta à mulher”, da artista e comunicadora Marina Dias, estreia neste fim de semana, em Itajaí. Maternidade, identidade e as mudanças que transformam uma mulher ao longo da vida são abordadas numa performance que reúne teatro, dança, palavra e música, linguagens executadas ao vivo pelos artistas envolvidos.
 
Para a artista Marina Dias, a obra é um convite para as mulheres olharem para a própria história. “O espetáculo propõe uma experiência artística que une memória, corpo e narrativa. É um convite para sair por alguns instantes do ritmo cotidiano e encontrar, na história de outra pessoa, ecos da própria vida”, afirma.
O espetáculo tem dramaturgia de Marina Dias e Lídia Abreu, direção e produção de Lídia Abreu, trilha sonora de Victor Fontana e Heitor Dias. No elenco estão Marina Dias e Luzia Dias.
 
A peça é realizada com apoio da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), por meio da Diretoria de Arte e Cultura.
 
Ingressos
 
O público poderá prestigiar as apresentações nos dias 7, às 19h, e 8 de novembro, às 18h, na Casa da Cultura Dide Brandão. Os ingressos custam R$40 (inteira) e R$20 (meia-entrada) e são adquiridos no site atravessarlevatempo.com.br. A classificação indicativa é de 14 anos.
 
Sinopse
 
Em meio à rotina, às responsabilidades e às expectativas sobre como uma mulher deve ser, existe uma pergunta que nem sempre encontra espaço para ser feita: quem somos nós depois de tantas mudanças?
 
A maternidade pode transformar profundamente uma mulher. Mas, junto com o nascimento de um filho, o que acontece com os sonhos que ela tinha, com os desejos, com o corpo, com a liberdade e com a pessoa que existia antes de assumir esse novo papel? E quando outras experiências da vida também nos transformam, como reconhecer quem nos tornamos?
 
A obra parte de experiências pessoais para construir uma narrativa cênica que ultrapassa a história individual e abre espaço para que outras mulheres se reconheçam em suas próprias travessias. Não se trata de oferecer respostas prontas, mas de colocar em movimento perguntas que, muitas vezes, ficam guardadas no cotidiano, escondidas entre as tarefas, os vínculos, as cobranças e as tentativas de dar conta de tudo.
 
No palco, essas experiências ganham corpo e aproximam o público de uma história íntima e, ao mesmo tempo, universal: a experiência de mudar, perder algumas referências, descobrir outras e tentar compreender a pessoa que surge depois de cada transformação.

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