quarta, 24 de julho de 2024
Geral
11/06/2024 | 16:04

CNI diz que busca um caminho para uma boa convergência sobre a MP 1.227

O presidente da Confederação Nacional da Indústria, Ricardo Alban, acredita que chegará a um bom termo com o Congresso em relação à Medida Provisória 1.277, editada pelo governo federal para compensar a perda de receita com as desonerações da folhe de pagamentos. 
 
Já Frente Parlamentar da Agropecuária articula devolução ao Poder Executivo da Medida Provisória 1.277, que considerou como ‘MP do Fim do Mundo’
 
Acompanhe o posicionamento do líder do setor industrial 
 
"Temos avançado em diversos entendimentos sobre a Medida Provisória (MP) 1.227 desde a última sexta-feira (7), os quais nos deixam motivados e na expectativa de encontrar uma solução racional e pró atividade econômica.
 
Foram feitas algumas reuniões envolvendo o governo e os diversos setores produtivos para melhor compreensão dos efeitos da MP 1.227 sobre a atividade econômica, de forma a mitigar possíveis entendimentos equivocados. Sempre dentro do princípio de buscar efetividade nas entregas, e menos protagonismo midiático, isso tem nos permitido evoluir em possíveis entendimentos. Acredito que estamos construindo um caminho para uma boa convergência.
 
Nesse sentido, teremos uma reunião em Brasília com diversos representantes dos setores produtivos nesta terça-feira (11). Em seguida, faremos um bom e construtivo diálogo com o Senado Federal e com a Câmara dos Deputados. Simplesmente, queremos o melhor para o nosso Brasil. E o melhor para o Brasil é o crescimento das atividades produtivas de forma sustentável e sinérgica com toda a sociedade.
 
Enfim, creio que estamos obtendo o consenso de que atingimos o limite na carga tributária. Precisamos construir, em conjunto, outros caminhos para o equilíbrio fiscal e, consequentemente, o melhor para o crescimento econômico. E nesses caminhos temos muitas opções, como o controle dos gastos públicos em geral, combate a toda economia “marginal”, justiça tributária, segurança jurídica, racionalidade das despesas obrigatórias do orçamento público, compreensão do setor financeiro de que as atividades econômicas devem ser o “norte” básico da intermediação financeira, entre outros.
 
Creio que podemos iniciar uma honesta e efetiva discussão do que queremos para o nosso futuro e do nosso Brasil. Definitivamente, não existe mais espaço para ônus sobre o setor produtivo e todos, digo todos mesmo, precisam dar a sua contribuição. Nem o setor público, nem a sociedade civil, e muito menos o setor financeiro, podem não estar alinhados e não ser “cúmplices” de todo o setor produtivo, que gera riqueza e distribuição de renda.
 
Somos e sempre seremos a “alavanca” do crescimento econômico e, consequentemente, do desenvolvimento social sustentável e contínuo do país. E, para tanto, todos os atores econômicos são igualmente importantes."
 
Que possamos sempre buscar as convergências e o entendimento para construir um caminho melhor e duradouro para o Brasil.

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